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domingo, 5 de maio de 2013

Harry Potter, um sonho, um ente chamado Kali e dez sintomas



Harry Potter, um sonho, um ente chamado Kali e dez sintomas

“Tempos difíceis estão por vir, Harry. Em breve, teremos que escolher entre o que é certo e o que é fácil” (grifou-se). Este é o “mantra” que milhões de pessoas ao redor do mundo ouviram do personagem Alvus Dumbledore o também personagem Harry Potter, na saga literária e cinematográfica. Grifei o final da oração para enfatizar algo que, com sabedoria, foi dito por aquele senhor de barbas brancas, e que tem total relação com o que se descortina diante de nossos olhos. O então “bruxinho” pôde, ao longo de anos de convívio com o poderoso Mago, aprender muito importante: nossas escolhas atuais são feitas em tempos de absoluta, de total complexidade. Explico.
Durante um sonho que tive recentemente, coloquei-me em uma épica cena na qual até então, em meus 44 anos de existência nesta vida, nunca me vi: estava em uma estrada, dirigindo um caminhão, desses que chamamos de “Scania”. Ao parar, numa espécie de rodovia no meio de um deserto (que poderia ser em qualquer país ou planeta), havia um homem também parado que começou a conversar comigo. Perguntou-me se eu sabia o que estava fazendo ali e, diante da resposta negativa, disse-me que eu sou/seria o observador de um combate de natureza cósmica. Acrescentou: “Só que Você não faz parte (ou não está) em nenhum dos lados desse combate. É somente um observador”.
Quando olhei para uma das direções que a rodovia tomava (aliás, circundada por imensas cadeias de montanhas, infinitamente mais altas que a que vemos aqui no Planeta Terra), percebi que em nossa direção vinha uma nuvem. Quando olhei para o sentido oposto, vi que uma outra nuvem também se aproximava. Firmei minhas vistas para perceber exatamente do que se tratava e, simplesmente estupefato, percebi que em rota de colisão simplesmente estavam milhões e milhões de seres angelicais e demoníacos. Daí, o homem que conversava comigo disse: “É exatamente isso. Você vai presenciar a maior batalha de todos os tempos, o mais profundo combate, de natureza cósmico, que um humano já viu”.
Em que pese o teor maniqueísta, imediatamente ao acordar desse “sonho” (que de sonho, para @s estúdios@s e praticantes espiritualistas, não tem nada, dado que nossos corpos mentais e astrais literalmente estão vivenciando a situação onírica) comecei a refletir sobre seu significado. Claro que uma das conclusões óbvias foi a de que se descortinou diante de nós exatamente tal peleja. Dito de outra forma, estamos efetivamente diante das maiores lutas que poderíamos imaginar: sejam aquelas que fazemos todos os dias em nossas mentes, sejam aquelas que fisicamente vemos todos os dias em noticiários televisivos, entre várias outras. Mas o que chamo a atenção é para outro aspecto. O período que vivenciamos, denominado em alguns meios (talvez não tão) esotéricos de Kali Yuga (Era [do Demônio] Kali para algumas pessoas ou Era [da Deusa] Kali) para outras) é identificado por vários sinais. Um deles é o espantoso adensamento das mentalidades ou, por outro lado, a preponderância da materialidade sobre a espiritualidade.
Em tempos assim, não é difícil perceber que a arrogância, a prepotência, a ganância entre várias outras negatividades afloram no dia a dia sem que percebamos exatamente qual a sua origem ou condutor/a. Alguns de seus propagadores são @s conhecidos “vampir@s”, @s quais, não se iluda, existem. Evidentemente, não como o cinema contribuiu para criar uma imagem de um homem ou mulher de dentes afiados, geralmente muito charmos@ e atraente, à espreita de sua vítima para sugar-lhe o líquido vital, o sangue. @s vampir@s da pós-modernidade vão muito, muito além dessa “baboseira”, visto que seu interesse perpassa por sede de poder (político, social), dinheiro (isso mesmo, dinheiro), status, energia emocional, energia espiritual, dentre outros. Daí, minhas experiências com tais seres levou-me a elaborar uma lista de 10 sintomas ou maneiras de reconhecer esses/as indesejáveis criaturas. Caso alguma pessoa de sua relação (íntima, fraternal, profissional) se encaixe em pelo menos quatro dessas características, talvez fosse melhor você se precaver.Daí fica a seu critério querer ou não continuar sua relação com ele/ela:
1.     Tod@ vampir@ tem um discurso “lindo”, “fofinho”, ou seja, geralmente são pessoas que ficam elogiando o tempo todo suas atitudes, seu jeito de ser, entre outras características de sua personalidade;
2.     Tod@ vampir@ tem objetivos MUITO bem definidos e, por isso, geralmente não são pessoas que ficam “perdendo” tempo com coisas “inúteis” (na opinião dele/dela, é claro). Portanto, Você JAMAIS irá ver um/uma vampir@ atuando, espontaneamente, com a intenção deliberada e realmente desinteressada de auxiliar quem quer que seja;
3.    Tod@ vampir@ procura conhecer os seus pontos fracos ou, por outro lado, geralmente é do tipo de pessoa que lhe reiteradamente lhe desqualifica;
4.    Tod@ vampir@ procura a maneira mais fácil de obter o que quer e, sendo assim, geralmente não irá passar anos ao seu lado para conseguir o que quer;
5.     Este talvez seja um dos poucos sintomas que se assemelham ao que vemos em filmes: tod@ vampir@, obrigatoriamente, precisa de sua autorização para entrar “em sua casa”. Aqui, não entenda a expressão “casa” como a sua casa física (o que pode eventualmente acontecer), mas como sua vida (pessoal, profissional, emocional, espiritual). Geralmente quando compartilhamos alguma intimidade com tais criaturas, estão ali “disponíveis” para serem as pessoas mais “amigas” do mundo em lhe ouvir;
6.     Tod@ vampir@ ODEIA se expor, justamente porque está esperando que Você revele seus medos, anseios e coisas do gênero. Geralmente desconfie dessas pessoas que NUNCA se revelam (parecendo que sua vida é o maior segredo do mundo) e sempre estão dispost@s a lhe escutar e dar “maravilhosos” conselhos;
7.     Tod@ vampir@ precisa de um meio denso, no qual sua atividade pode se propagar e, sendo assim, geralmente são pessoas de vibração MUITO baixa. Sendo assim, ao se aproximar de alguém que Você LITERALMENTE se sente “drenad@”, “cansad@”, é porque, talvez, esteja diante de um/a BAITA “vampirão” ou “vampirona”;
8.     Tod@ vampir@, de alguma forma, chama a sua atenção, seja por indumentária, gestual, idéias “brilhantes” ou o que o valha e, por isso, geralmente são figurinhas bem “descoladas”, sendo comum vê-las em círculos de (ou meios de acesso ao) poder;
9. Tod@ vampir@ NÃO É um/uma propagador(a) de pensamentos/atitudes/posturas de exaltação/criação/manutenção/progresso da vida, ou seja, geralmente estão desconstruindo, criticando, quando não destruindo toda e qualquer forma de avanço coletivo ou individual. E, por fim,
10.  Tod@ vampir@, seja (ou não) por se tratar de um(a) credor (ou até devedor) cármico seu, NÃO QUER que Você atinja a plenitude, pois depende diretamente de sua energia/tempo/meios para que continue suas “vampirices” e, assim, fará de tudo para que Você, cada vez mais, entre em depressão, se entristeça, fique doente, entre outras atitudes.

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